quarta-feira, 22 de junho de 2011

Filmes, leituras, palestras e cursos em julho - Em outras palavras: férias!

Para a maioria das pessoas férias significa viajar, mas não para mim que pertenço a classe dos pobres que não dispõem de verba suficiente para isso e que também estão em um novo emprego.

Sim, a realidade...                   

E se você é como eu que sempre fala que vai fazer um monte de coisas e depois acaba não fazendo nada, uma coisa muito útil é fazer uma pequena lista, marcar na agenda do celular, colocar um post it no computador, o que for mais conveniente. Tudo com as suas respectivas datas e vale até colocar em destaque qual é a importância daquilo para você (como por exemplo, os cursos e palestras são imprescindíveis para uma pessoa que vacilou na hora de preencher as atividades complemetares da faculdade e está devendo algo em torno de CINQUENTA HORAS!).

Logo, para tornar as férias mais proveitosas já fiz minha lista das atividades que pretendo fazer e estas incluem filmes (principalmente os que estão em cartaz no cinema e os que serão lançados, como o último do Harry Potter e confesso que vou chorar muito assitindo esse), livros (tenho uns dez que adquri recentemente e ainda não li, mais o Batalha do Apocalipse que peguei emprestado do Doug, enfim não faltará leitura) e, claro, além das palestras e cursos para os quais me inscrevi, preciso também sair com os meus amigos.

Ufa! Acho que tá ótimo para um mês...


P.S. Já estava quase me esquecendo de reservar algumas horas para terminar o livro que estou escrevendo (será que finalmente sai?) e claro, atualizar mais o blog.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Conte-me seus sonhos

Quais são seus sonhos?
O que te motiva?
Quem você é de verdade além dessa fina superfície com a qual costuma contemplar os demais?

Ela achava que tinha por dever entender as outras pessoas... Achava que conhecendo os seus gostos, sonhos, vontades, segredos, nada poderia lhe surpreender...

Sempre achou que conseguia julgar o caráter alheio após um tempo de convivência (não poderia incluir aqui os pré-julgamentos tão fáceis de estarem equivocados)...

Mas de uma forma meio imprevista, a vida (e mais uma vez ela!) provou que de nada adianta tanta análise ao se lidar com seres humanos.

Ninguém se mostra 100% para outro ser (nem para si mesmo), então para quê tanta surpresa?!

O que te leva ao dilema de confiar, desconfiando... e pensar que é uma droga esse negócio de querer entender a vida mesmo.

Contudo, uma coisa que você tem certeza que jamais entenderá: "O mau pelo mau. Por quê tem tanta gente que sente prazer em estragar a felicidade dos outros? Por quê esse desejo doentio de exercer domínio sobre os mais desavisados? O que prova com isso? Será que conseguem realmente conviver com seus pensamentos? Dormir tranquilamente?"

Você jamais entenderá e para ser absolutamente sincera não quer (ou tem medo) de descobrir o que há atrás de tanta sujeira (se há realmente algo).

Sabia que iria cruzar com um tipo desses cedo ou mais tarde, mas não estava preparada.

Lição aprendida?! Pode ter certeza, ela é mais forte agora.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Quem não tem colírio usa óculos escuros...


A semana do feriado passou sem que eu pudesse sequer chegar perto de concluir o que tinha planejado para ela... O que me barrou? Uma baita conjuntivite que acometeu a família inteira, (até o Brown, a fera o cachorro pitbull, de estimação, do meu irmão, estava com os olhos remelados). Apenas a Cris saiu incólume e não quis revelar seu segredo...
Por isso, enquanto todos aproveitavam o sol, lá estava eu enfurnada em casa, sem poder ver meu namorado e os amigos.
E o detalhe mais terrível de todos: estava sem internet (sofri, embora tenha consciência de que não agüentaria durante muito tempo na frente do pc).
Pois é, meu querido irmão mais velho conseguiu inutilizar meu roteador – o que não me surpreende, devido ao histórico do meu maninho: quebrou dois celulares em menos de um mês. Recorde que eu só havia atribuído à uma das minhas melhores amigas.
Há tempo que eu não via a família reunida e unida daquele jeito.
Nesses últimos dias não estávamos nem falando “Bom dia!”, uns para os outros. O cumprimento matinal tornou-se: “E aí? Como tá o olho?”.
Isso nos fez lembrar quando éramos crianças (somos 8 irmãos, a caçula tem 14 e o mais velho tem 25) e todos ficávamos doentes juntos, o que habitualmente acontecia nas férias de Verão. Lembramos episódios da nossa infância e revimos algumas fotos que estavam guardadas há séculos e renderam comentários e risadas:
“Olha só o cabelo da Dai!”, todos riram.
“Nossa, como a Cris e a Gi estavam magras!”
“Meu rosto tava muito redondo aqui”, eu disse estranhando.
“Ainda bem que você largou a cachaça”, o Carlinhos brincou fazendo todos gargalharem.
Já o Rodrigo comentou nostálgico: “Acho que eu tinha mais cabelo...” (um exagero, porque ele só tem 21 anos!).
Enfim, acabou sendo bom passar este tempo em casa e quem sabe não repetimos a dose – não a parte da conjuntivite ou outra virose contagiosa, por favor.

domingo, 27 de junho de 2010

This is the life...

Existem aqueles momentos em que a única coisa que lhe resta é balançar a cabeça e dizer: "É a vida..."

Foi-se o tempo em que o seu maior motivo de queixa era o metrô lotado de manhã. Momentos estes que depois até rendiam boas risadas, afinal você tinha certeza que ao chegar ao seu destino encontraria as pessoas mais maravilhosas, que pensavam como você, que não prezavam números apenas (estes são importantes, mas não são tudo) e sim a resolução de uma pendência com qualidade.

Sim, as coisas mudaram...

Lembra do sentimento de estranheza com que você encarava as pessoas que reclamavam daquilo que para você era mais um motivo para seguir em frente, que fazia você pensar que "este mundo ainda tem jeito"?

Um por um eles foram caindo fora do barco e consigo levaram o alicerce que mantinha toda a estrutura em pé. Levaram também as promessas que você acreditou sem por um momento sequer duvidar.

O tempo passou - sempre passa - e novas esperanças e promessas surgiram. As coisas pareciam novamente estarem em seus devidos lugares.

Porém  - e sempre tem um - mudanças se infiltraram sem que você desconfiasse...

Foi com incredulidade que você presenciou aqueles que eram inseparáveis se apunhalarem pelas costas.

Agora tem absoluta certeza que não tem mais jeito.

Hoje está cada um por si e que se salve quem aguentar mais tempo.






quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ciclo

"Sempre achei que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim.
Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- 'Ah, terminei o namoro... '
- 'Nossa, quanto tempo?'
- 'Cinco anos... Mas não deu certo... Acabou'
- É não deu...?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ele é malhado, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... E se o beijo bate... Se joga... Se não bate... Mais um Martini, por favor... E vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você. E vice versa.
Não fique com alguém por dó também, ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar, ou se apaixonar, ou se culpar.
Enfim... Quem disse que ser adulto é fácil?"


P.S. Não sei quem é o autor, mas quando recebi isto por e-mail achei que tinha - para variar - muita semelhança com o momento que estou passando agora. Mais um momento de reflexão sobre a vida, relacionamentos (não apenas amorosos) e o que você espera disso tudo. Enfim... com 21 anos você tem que pesar suas atitudes, seus erros e o que aprendeu com eles. Você já não é mais adolescente, mas também não se sente adulta o suficiente para assumir certas responsabilidades. É é aí que o medo e a insegurança tomam conta de você. Às vezes é melhor parar de questionar "por quê não deu certo?" e simplesmente viver...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

De volta para casa...



















A foto deste post foi tirada enquanto eu voltava para casa na última terça-feira - após um encontro que não foi nenhum um pouco como eu esperava.

Acho que ainda estava um pouco desorientada depois do encontro - quer dizer, imagina você bancando "a forte", quando na verdade a coisa que mais queria era gritar (que nem uma louca) porque recebeu um balde de água fria, sem dó, na cabeça.

Ok, eu sou superdramática! Mas você me entenderia se tivesse passado pelo o que passei. Ouvido as mesmas coisas e sofrido as mesmas decepções... Mais uma vez (para variar).

E qual foi sua reação?!

Simplesmente sorriu e disse: "Acontece..."

Afinal acontecem mesmo, nada pode ser perfeito. Chega uma hora que você precisa sair da mesmice, ver se aquilo é o que realmente quer (ou não). E quando alguém é simplesmente corajoso para te dizer a verdade (ou te derrubar daquela nuvem que você se instalou tão precariamente) não se pode culpá-lo por isso... Não é?

Enfim... Embora, muito provavelmente, você tenha virado mais uma candidata ao hospício ou pelo menos a uns bons antidepressivos. A vida continua...

Então lá estava eu voltando para casa, de metrô, e ao fazer a baldeação na Sé me deparei com esse cenário aterrador... Toda aquela gente se empurrando e soltando diversos impropérios - que você por ser uma boa garota não diria nem sob tortura.

Quando dei por mim já havia pulado uma barreira de segurança - tudo bem, "pular" não foi bem o caso, eu simplesmente achei uma brecha por onde passei sem esforços... - e consegui tirar algumas fotos daquele caos. Várias pessoas ficaram atrás de mim sugerindo que eu mandasse as imagens para os jornais. Já os seguranças não acharam minha atitude nada apropriada... "Moça, você não pode ficar aqui. Quer que eu perca meu emprego?!".

Me retirei - antes que fosse retirada - e se isso ainda não bastasse, esbarrei em dois sujeitos que parece que nunca em suas vidas viram uma garota... Olhei desolada para os lados e depois resolvi pegar o sentido Barra Funda e voltar tudo...

Que dia, viu!




sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Mais um poema...

Queria ser seu caminho
na madrugada
Ter seu carinho
e mais nada
Guiar seus passos
ser sua diretriz
E de uma vez por todas
te fazer feliz
Desfazer seus medos
revelar segredos
certezas desconhecidas
esperanças perdidas
Te dar um pouco de fé
O dia de amanhã não se sabe
Talvez tudo acabe
Será que realmente tudo tem um fim?
Será que com a gente vai ser assim?
Sinceramente?
Não sei...
Não me importa o futuro...

domingo, 24 de janeiro de 2010

Isto é uma vergonha!



É uma pena ter que iniciar o primeiro post do ano falando de um assunto que me envergonhou, não apenas como futura jornalista, mas principalmente como cidadã.

Acho que isso resume o sentimento ante o infeliz comentário de um dos mais renomados jornalistas do país, Boris Casoy.

Recentemente recebi uma cópia da carta que Devanir Amâncio - que tive a honra de entrevistar no ano passado sobre a ONG Educa São Paulo que dentre tantos projetos possui uma biblioteca voltada para garis - escreveu à Organização Internacional do Trabalho (OIT) e resolvi postá-la aqui.

Segue:

Carta à Organização Internacional do Trabalho (OIT)

Mensagem de Desrespeito

Contra a Dignidade do Trabalho


A ONG Educa São Paulo, que tem seu raio de ação junto à população humilde e/ou excluída, principalmente da degradada região central da Cidade de São Paulo, Brasil, sente-se no dever de vir á presença dessa prestigiosa instituição para denunciar um brutal e preconceituoso ataque contra modestos e vulneráveis trabalhadores. O evento se reveste de superior gravidade se for levado em conta que foi divulgado por uma grande rede de televisão brasileira, pela boca de um dos seus apresentadores, dito âncora, que goza de inegável e consagrado respeito junto à opinião pública do país. As deletérias conseqüências do ato, que merece pronta, dura e justa resposta, propicia-nos a liberdade de descrever detalhadamente o episódio no sentido de oferecer subsídios para as avaliações necessárias.

Na noite de 31 de dezembro de 2009, o telejornal intitulado “Jornal da Band”, produzido e exibido pela Rede Bandeirantes, foi encerrado com singelas imagens de dois garis desejando votos de feliz ano novo aos telespectadores. Assim agiram por especial convite dos produtores do programa. É oportuno lembrar que a palavra gari, no Brasil, designa trabalhadores que operam em duplas e que varrem manualmente as ruas da cidade para conservá-las limpas. Apresentavam-se com seus conhecidos uniformes cor de laranja, apoiavam-se em suas respectivas vassouras e mostravam o sorriso aberto e ingênuo das pessoas simples. Na cena seguinte, durante a exibição dos nomes da equipe produtora do telejornal, os chamados créditos, o âncora Boris Casoy, supondo que seu microfone já estivesse desligado, emitiu o seguinte e insultuoso comentário:

“Que merda! Dois lixeiros, do alto de suas vassouras desejando feliz ano novo... O mais baixo da escala social do trabalho...” Algumas vozes riram no fundo do estúdio, como pode ser percebido no áudio vazado.

A humilhante manifestação ganhou rapidamente espaço na Internet e hoje é uma das campeãs de acesso no portal YouTube. Evidentemente os internautas, em sua maioria, são suficientemente sensíveis e conscientes para salvaguardar os trabalhadores de tão abjeta agressão. Mas persiste o fato de que tal agressão permanece, ferindo dignidades e arranhando auto-estimas, inclusive porque as desculpas lançadas pelo apresentador no dia seguinte foram chochas, enfadonhas e pouco convincentes, sugerindo que o agressor mais cumpria ordens superiores para proteger os interesses da emissora, do que por real sentimento de remorsos. Por outro lado a Rede Bandeirantes fechou-se em incompreensível mutismo, recusando até mesmo receber os representantes do sindicato da categoria que foram pedir-lhe explicações.

O objetivo deste comunicado é claro e direto: buscar a justiça. Os indícios até agora recolhidos indicam que os trabalhadores não receberão o merecido reparo. A nossa esperança é de que essas notícias, sendo relatadas em plenário tão soberbo quanto o da Organização Internacional do Trabalho (OIT), pelo menos, ou no mínimo, constranjam seus autores, não voltem a se repetir. Julgamos que a OIT seja o Fórum adequado para receber esse tipo de mensagem.


Devanir Amâncio

Presidente da ONG Educa São Paulo


Rua do Ouvidor, 56 – Praça da Bandeira - Cep: 01005-030- São Paulo (SP) Brasil.

Tel. (11) 3107-5470 Cel. (11) 8352-2338




quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O retorno

E quando o último poema realmente parecia ser o último poema... aqui estou novamente!

Muitas coisas aconteceram nestes quase dois meses (caramba passou rápido!), mas eu não tenho tempo pra contar tudo...

Enfim, passei apenas para postar um dos meus poemas de revolta (não que eu esteja me sentindo assim...).


Segue:


Já cansei de dar com a cara na porta
Será que a vida sempre tem que ser assim?!
Viver sofrendo quem é que suporta?
Estou cada vez mais perto do fim

Sempre tão distante dessa realidade
Que nunca encarei de frente
Acreditando em qualquer verdade
Essas que agradam à toda gente

Buscando um lugar no mundo
Me sinto sempre tão deslocada
Me aproximando cada vez mais do fundo
Com a sensação de que nunca tive nada

Enterrei minhas esperanças
E das ilusões esqueci
Mas ficaram as lembranças
Do tempo que te conheci.




P.S. Último poema revoltado? Nem de longe!







quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Último Poema...

Não!Me deixem em paz!
Não posso continuar... Simplesmente não posso...
Tenho pensamentos horríveis
E já não posso mais acreditar no amor.
Não venha me dizer o que é certo ou errado
Me sinto tão desesperado!
Não me deixa a agonia
de noite, nem de dia...
Sim, eu cansei!
Não quero mais representar!
Simplesmente não posso mais fingir.
Não aguento mais esse sorriso forçado
Ninguém é tão perfeito
Tão direito
Tão bonzinho...
Me deixem sozinho!
Não preciso de ninguém
Todo mundo é tão falso!
Tirem de uma vez suas máscaras!
Me mostrem seu verdadeiro eu
que eu mostro o meu
Não! Vocês não me conhecem!
Não sabem quem eu sou...
E nem se importam
Afinal está tudo bem
se não interfere em suas vidas
vazias e medíocres...
Está tudo tão errado
Mas ao mesmo tempo tão igual
Tudo tão parado
Tão sem sal!
Não suporto essa mesmice
essa rotina
esse ir e vir
Toda essa tolice!
Me deixem em paz, por favor!
Quero ficar só com meus pensamentos
Com minha dor
Com esse sentimento...
Com a lembrança alaranjada
de um por do sol
E de certos olhos verdes
E que, por não vê-los mais,
amar já não sou capaz.





P.S. Poema escrito em momento de revolta pessoal...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Momento "in Love"


Ao fim de tudo

retorno mais uma vez

ao ponto de partida

à dor preterida

à dor de não te ter

de não conseguir te esquecer

de te buscar com sofreguidão

e encontrar solidão.

O que é esse querer afinal?!

Meu bem, meu mal

minha alegria, minha tristeza

se chove ou faz sol

já não tenho certeza

se é noite ou dia

o que é essa luz que me alumia?

São os seus olhos

a razão disso tudo.

Não sei se calo ou falo

ou simplesmente

fico mudo

assim de repente

não sei se te ignoro

ou choro...

Sob o seu olhar

meu mundo para de girar

ou se gira

retorna sempre

sempre ao mesmo lugar

a esse querer infindável

a esse gostar inesgotável.





P.S. Adoro meus momentos de inspiração... Ah, e como sempre este post é dedicado à uma pessoa muito especial...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Efeitos da Gripe...

Foi-se o tempo em que uma gripe era encarada como uma simples gripe...

Digo isso, porque na última segunda-feira comecei a me sentir mal e atribui isto a um simples resfriado. Porém, como estava com dor de cabeça resolvi não ir para a aula na faculdade e comprei aqueles chazinhos próprios para amenizar o efeito de gripes e resfriados e um analgésico.

Ao acordar no dia seguinte estava me sentindo um pouco melhor, mas o estágio do meu resfriado havia evoluido assaltando-me com uma incômoda tosse. Já na lotação a caminho do metrô passei a tossir que nem uma condenada (também não era para menos, imagina você com a garganta irritada respirando um ar abafado, não é a toa que vai desatar a tossir...).

A verdade é que foi um verdadeiro horror ficar lá fungando e tossindo, meu mal-estar se deu mais pelo fato de imaginar que minha situação ficaria pior quando estivesse dentro do metrô (se eu não morresse sem ar de tanto tossir, com certeza me jogariam para fora) que voltei para casa e depois fui para o médico.

Fosse em outros tempos, eu não teria me dado ao trabalho, mas com os atuais acontecimentos pelo mundo é melhor não bobear e foi assim que me vi saindo do consultório médico com uma receita contendo 3 tipos diferentes de remédio...

Passei o dia "de molho" em casa. Descobri que a tv não é mais um consolo e definitivamente a programação anda defasada na parte da tarde (preciso de uma tv a cabo urgente!). Fiquei lá morrendo de tédio mudando de canal em busca de algo que valesse a pena e acabei assistindo um filme da Sessão da Tarde que já deve ter passado umas 500 vezes e que com certeza você já deve ter assistido, nada menos que As Patricinhas de Beverly Hills (caramba o filme é de 1995! Nesse ano eu estava na pré-escola!).

O fato é que hoje já estou bem melhor.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Marcada - The House of Night


Ainda no embalo da série Crepúsculo saí pesquisando sobre outros livros do gênero e assim tropecei na série The House of Night onde o enredo gira em torno de vampiros (Ah, Edward! suspiros...) e que também já virou sensação nos Estados Unidos vendendo cerca de 3 milhões de exemplares (modesto, se comparado com a vendagem da série Crepúsculo que ultrapassou os 30 milhões).
Por enquanto a série é composta de cinco livros, dois dos quais já estão à venda aqui no Brasil, porém as autoras anunciaram recentemente que a série terá 9 volumes.
Fiquei curiosa sobre a saga, assim que li os resumos na Internet e li alguns blogs dedicados à série e por isso Marcada, o primeiro livro da série se tornou a minha mais nova aquisição esta semana.
Devo confessar que comecei a ler o livro hoje pela manhã enquanto ia para o trabalho e gostei logo de cara. A linguagem é bem mais "descolada", afinal é narrada por uma adolescente de 16 anos. Na história os vampiros, não apenas existem, como são do conhecimento de todas as pessoas.
Segue à baixo um trecho do livro, logo na parte em que Zoey, a personagem principal, reflete sobre o fato de ter sido escolhida e que se tornará uma vampira, mas desconhece o que isso implicará de fato em sua vida:
"Vampiros jogam xadrez? Vampiros eram nerds? E vampiras chefes de torcida estilo Barbie? Algum vampiro tinha banda? Será que os vampiros eram emos esquisitos do tipo que usam calças de garotas e aquelas franjas tenebrosas que cobrem metade da cara? Ou seriam todos que nem aqueles góticos que não gostam de tomar banho? Será que eu ia virar gótica? Ou pior, será que ia virar emo? Eu não gosto de usar preto, pelo menos não o tempo todo, nem estava com aversão por água e sabão, e nem estava com nenhuma vontade obsessiva de mudar o estilo do meu cabelo e exagerar no delineador"
Morri de rir ao ler essa parte do livro e como estava no metrô, devo ter parecido uma louca.
Fiquei aliviada, porque até onde li do livro ele em nada se parece com Crepúsculo (seria muita falta de criatividade, vamos combinar) e está me rendendo uma ótima leitura.
Recomendo!






quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Tempos de correria...

Andei refletindo sobre como o *tempo está passando numa velocidade alarmante nesses últimos dias (já estamos quase em setembro... caramba falta menos de um mês para o meu niver!)...


Me indago se o tempo encurtou ou se o estamos preenchendo com coisas demais e não conseguimos dar conta de tudo e que por isso temos a incômoda sensação de falta de tempo.


Em todos os lugares ouvimos as pessoas se queixarem:


" Agora não. Estou sem tempo..."


"Você não vai me fazer perder tempo, ?"


"Tempo é dinheiro, querida..."



Cheguei a conclusão que o tempo é a coisa mais valiosa nesse mundo para a maioria das pessoas. Para elas não basta viver satisfatoriamente durante os anos que lhe cabem, elas precisam ser lembradas, eternizadas... Estão sempre procurando burlar o tempo de alguma forma. Não querem as marcas inevitáveis que o tempo costuma deixar.


Não é à toa que as cirurgias plásticas aumentam, entre outros tratamentos de beleza. Afinal, se não podem voltar a ser mais jovens, querem pelo menos aparentar...


Assim tecem a vida em torno das aparências...


Sinto outros efeitos em relação a falta de tempo. Como por exemplo o fato de que estamos sempre numa incessante correria (à vezes para lugar nenhum...) que nos deixa cada vez mais impacientes, pois desejamos tudo agora.


Lembra como costumávamos contar as moedinhas diante do cobrador de ônibus, ou em qualquer outro lugar e como isso era normal? Agora vai fazer isso hoje e com certeza ouvirá meia duzia (ou mais) de exclamações impacientes:


"Pra que inventaram bilhete único!"


"Esse cara resolveu assaltar a igreja justo hoje..."


"Droga, só porque estou atrasada..."


Reclamamos da atual conexão da Internet, mas lembra como era cerca de 10 anos atrás?


Observo as pessoas olharem constantemente no relógio. Cada segundo perdido é uma tragédia (e pode ter certeza que não será recuperado). Então me pergunto "vale à pena viver à mercê do tempo?" ou talvez a pergunta mais importante seja "o que fazer para aproveitá-lo plenamente?".
* Reflexões filosóficas à parte, rs..., tem uma pessoa que se ler este post vai achar que eu sou obcecada pelo assunto... Tudo bem, talvez um pouco.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Declaração do dia: "Quero engordar!"

Confessa, vai, essa foi uma declaração inesperada. Não por ter sido proferida por mim, mas porque já estamos tão habituados a ouvir as pessoas se queixarem que "precisam perder uns quilinhos" que quando alguém diz que quer engordar é impossível que não seja bombardeada com vários pares de olhos escandalizados.


"Você ficou maluca?!"


"É tão bom ser magra!"


"Ai, que inveja..."


"Pri, eu te odeio..."



Foi mais ou menos isso que aconteceu comigo quando resolvi dizer isso na hora do almoço no trabalho.


Tudo bem, confesso que foi uma gafe da minha parte, porque ao meu lado estavam três colegas que se enfurnam em dietas malucas de tempos em tempos à fim de perder aqueles quilos que elas afirmam ter ganhado quando a gente entrou no nosso atual emprego. Consequência dos salgados e refrigerantes ingeridos em frente ao computador e para pessoas que passam cerca de 6 horas ou mais sentadas isso é um verdadeiro pecado.


Das quatro eu fui a única que não ganhou um grama sequer nos últimos 11 meses, apesar de consumir quase as mesmas porcarias irresistíveis (salgadinhos, balas, chocolates, entre outros...). Para falar a verdade a única coisa que eu evito (não com muito sucesso) é o refrigerante.


Ao contrário da maioria das mulheres sempre acho que ganhar dois ou três quilos seriam ótimos. Porém não torno esse pensamento uma obsessão. Sei também que estou longe de ter uma alimentação saudável (me defendo com a desculpa de sempre: "a correria").


Falar em peso é tocar no ponto fraco da maioria das mulheres (e de alguns homens também) e nunca sai de moda. Mas dificilmente as pessoas abordam o outro lado do assunto que é o das pessoas que têm desejo obsessivo de engordar por se sentirem magras de mais.


Nas bancas e livrarias é fácil encontrar artigos do tipo "Emagreça dois quilos em 1 semana" ou "Emagreça com saúde", nunca o contrário. Quando se fala em ser magra, logo se envereda pelos caminhos dos distúrbios alimentares como a Anorexia.


Quando fui pesquisar o assunto o que li de baboseira e completa falta de senso... Por exemplo, algumas dietas absurdas que prometem ganho de peso num curto espaço de tempo e até a ingestão de suplementos alimentares duvidosos... Por isso acho que o tema deveria ser mais bem explorado. Existem muitas pessoas que estão nesta situação e precisam de ajuda para não cairem numa cilada.


Nestes casos o mais recomendável é com certeza procurar a orientação de um profissional.


Cada pessoa possui uma estrutura física e o que funciona para um, não funciona para outro (clichê, mas é verdade.).


Algumas pessoas têm tendência de serem magras e são saudáveis (eu, por exemplo!).









terça-feira, 23 de junho de 2009

Tempos difíceis...

Chega um momento na sua vida que você se vê obrigado a decidir se vai continuar persistindo num sonho ou se abandona o barco antes que ele afunde.

Não é fácil... Principalmente quando as pessoas que estão mais ligadas a você não te oferecem apoio. (Será que elas percebem ao menos que você está ali ao lado precisando de ajuda?)

Você realmente seria tomado por covarde se desistisse?

Alguém se importa?

Você se importa com o que possam pensar sobre as suas decisões?

Afinal é o seu futuro que está em jogo.

É egoísmo achar que ele não afeta a mais ninguém do que tão somente você?

Tudo é muito lindo quando é dito, mas palavras apenas não bastam, não é mesmo?

Você quer ação...

Então por quê continua na frente desse maldito computador se dando ao trabalho de escrever seus desabafos?

Tudo bem, você é o ser mais incompreensível desse mundo!


sexta-feira, 15 de maio de 2009

A frouxidão do amor

A frouxidão no amor é uma ofensa,
Ofensa que se eleva a grau supremo;
Paixão requer paixão, fervor e extremo;
Com extremo e fervor se recompensa.

Vê qual sou, vê qual és, vê que diferença!
Eu descoro, eu praguejo, eu ardo, eu gemo;
Eu choro, eu desespero, eu clamo, eu tremo;
Em sombras a razão se me condensa.

Tu só tens gratidão, só tens brandura,
E antes que um coração pouco amoroso
Quisera ver-te uma alma ingrata e dura.

Talvez me enfadaria aspecto iroso,
Mas de teu peito a lânguida ternura
Tem-me cativo e não me faz ditoso.


Manuel Maria Barbosa du Bocage



*Acho que nem preciso comentar, né?


Beijos e bom final de semana!!!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Tempo bom que não volta mais



Sabe aquela saudade que vem do nada e se instala sem dar indícios de querer ir embora?

E acompanhada da saudade vêm as lembranças que você insiste em remoer...


Às vezes você está assistindo ao seu filme favorito pela milionésima vez (o dvd já está até gasto de tanto que você assiste) e lembra que foi assistir àquele filme no cinema exatamente com aquele grupo de amigos que não vê a um tempão. Lembra que tudo era tão divertido naquela época e mesmo assim você encontrava tempo e motivos para reclamar da vida? Quanta injustiça!

Apesar de aparentar ser a mais racional do seu grupo, você era a que mais se iludia, a que esperava mais de tudo e de todos...

Lembra das suas incontáveis paixonites? Você sempre levou jeito para gostar dos caras mais estranhos...

Lembra daquele garoto ruivo, por quem você era simplesmente apaixonada quando estava no segundo ano do ensino médio, só porque você o achava parecido com um personagem de um dos seus livros prediletos? Como seu coração disparava só em avistá-lo. Como você vibrou quando conseguiu ficar com ele após 10 longos meses de platonisse e como por um tempo você achou que nunca mais iria gostar de ninguém daquela forma... Quanto tempo isso durou...

Lembra daquele outro que você inventou de gostar, apenas para esquecer o tal "Ser ruivo" e que por sinal lembrava muito um personagem de desenho animado? Você achou que estava te dando bola, pra só então descobrir (aliás através do msn) que ele estava à fim de uma das suas colegas? Pois é... e você ainda fingiu que ligava... Fala a verdade, você curtiu aquele drama...

Aliás você conseguia ser a pessoa mais dramática do universo. Achava que era o centro do mundo ou que vivia algo muito parecido com O Show de Truman...

Seus amigos, nem se fala! Cada um mais divertido e melhor que o outro.

Lembra daquela menina maluca que você conheceu desde sempre e que você não suportava de jeito nenhum? Aquela mesma que você se dizia chocada com a irreverência. Lembra como aos poucos você se tornaram amigas (e são até hoje)?


E daquela loira (que virou ruiva e que hoje está morena)? Você achou que ela tinha cara de metida? Lembra como a amizade surgiu entre vocês tão inesperadamente? Vocês viviam paquerando os carinhas no shopping, sem falar nas apostas que as duas sempre venciam. Lembra como você ficou triste quando ela teve que se mudar para outra cidade? Você continuam as melhores amigas até hoje e sempre estão combinado de se encontrar.

E daquele seu amigo estranho que tinha mania de pensar em suicídio e que te deixava cheia de remorsos por não corresponder o que ele dizia sentir por você? Como você até cogitou a ideia, mas viu que não daria certo definitivamente...

Lembra da galera do coral, do teatro, do basquete (você ainda tentou jogar...), do vôlei, do jornal, do grêmio e de como você se decepcionou com algumas dessas pessoas. Das peças de teatro que além de lhe renderem boas notas, foram um sucesso na escola? E de como a última foi um fiasco completo?

Mesmo assim você faria tudo de novo, ? Você se apaixonaria pelo mesmo cara, faria as mesmas amizades, participaria dos mesmo grupo, brigaria com as mesmas pessoas, faria as mesmas apostas, viveria as mesmas desilusões e quebraria a cara quantas vezes fossem necessárias, mas não deixaria de tentar...

Aqueles foram tempos ótimos, afinal (e os que estão por vir serão melhores ainda) e com certeza você não abriria mão de nada mesmo...










sexta-feira, 27 de março de 2009

Coisas que a gente perde pelo caminho...

Em matéria de me perder e esquecer coisas imprescindíveis (materiais, que fique bem claro, minha memória até que é boa, hehe) ninguém me supera. Sou aquele tipo de pessoa que realmente "só não esquece a cabeça porque está grudada no pescoço", como diria a minha avó. Na última segunda-feira bati meus recordes.

Logo pela manhã enquanto ia para o trabalho me lembrei que havia deixado o meu crachá da empresa dentro da outra bolsa, então lá fui eu voltar para a casa para buscá-lo.

Como se isso não bastasse (e como se eu não fosse capaz de esquecer mais nada naquele dia, e olha que eu me policiei, viu), depois da minha última aula (de Jornalismo Online) na faculdade, esqueci meu celular ao lado do computador que utilizei para digitar a matéria/notícia daquela aula. O pior é que só me dei conta de que o havia esquecido, quando já estava no ônibus rumo ao metrô. Dessa vez não tive como voltar já que passava das onze da noite.

De certa forma não fiquei tão preocupada com o fim do meu aparelho, na verdade já passou da hora de trocá-lo. Também não fiquei surpresa quando no dia seguinte o recebi de volta.

E é claro que ainda tive que ouvir as piadinhas dos colegas de trabalho:

- O ladrão disse para a Pri "Passa o celular!" e saiu correndo. Segundos depois o cara voltou como uma cara de pena e falou "Olha, toma o seu celular de volta, na verdade eu roubei um hoje de manhã... Pode ficar com ele também..." - disse um fazendo os outro rirem e a mim também.

Realmente eu não ligo para essa coisa de celular de última geração e sei lá mais o quê... O meu me serve muito bem para o que eu preciso (ligações e sms), muito obrigada. Para ouvir música eu tenho meu MP4 e para tirar fotos a minha câmera digital, então... Estou satisfeita.

terça-feira, 17 de março de 2009

De sol a chuva... e humor em conflito

Hoje o meu humor (para variar) não está um dos melhores. Passei o dia inteiro sofrendo num calor de sei lá quantos graus, porque o ar condicionado do andar em que trabalho estava quebrado (e quem disse que ventilador resolve?).

Para "melhorar" os ânimos acabo de chegar na faculdade e nos poucos metros em que tenho que caminhar, após descer do ônibus, consegui me molhar na chuva que começou a cair a pouco...

Não sou uma pessoa pessimista (até consigo rir de alguns infortúnios a que sou submetida), mas tem hora que a paciência esgota.

Sem falar que nos últimos dias andava meio em crise de existência. Sabe aqueles momentos em que você para e reavalia sua vida e não gosta muito do que vê? Pois é... Você se lembra de quando tinha cerca de 10 anos e imaginava um futuro muito diferente? Ou você fica imaginando que se fizesse tudo diferente (ou pelo menos se algumas das suas atitudes fossem diferentes) as coisas seriam do jeito que você imagina que deveriam ser. Então você fica desejando voltar no tempo para cosertá-lo, porém o tempo (existe de fato ou é apenas uma ilusão?) não volta, não nos dá a chance de tentar um outro caminho e o que podemos fazer é apenas seguir em frente.
A crise apenas tornou-se mais amena, quando consegui enxergar a realidade de novo (por alguns instantes fiquei cega com a possibilidade do sonho tornar- se real) quando percebi que não valia a pena deixar de lado tudo o que conquistei por uma mera infantilidade, por algo que só era possível na minha mente.

Agora que estou bem novamente (apesar da barra da minha calça ainda continuar molhada... rsrsrs), dedico a tradução de Wonderwall do Oasis, a uma pessoa bastante especial...

Protetora

Hoje será o dia
Que eles vão jogar tudo de volta em você
Por enquanto você já deveria, de algum modo,
Ter percebido o que deve fazer
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto por você agora

Andam dizendo por aí
Que o fogo no seu coração apagou
Tenho certeza que você já ouviu tudo isso antes
Mas você nunca tinha uma dúvida
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto por você agora

E todas as estradas que temos que percorrer são tortuosas
E todas as luzes que nos levam até lá nos cegam
Existem muitas coisas que eu
Gostaria de te dizer
Mas não sei como

Porque talvez
Você vai ser aquela que me salva
E além do mais
Você é minha protetora

Hoje seria o dia
Mas eles nunca vão jogar aquilo em você
Por enquanto você já deveria, de algum modo
Ter percebido o que você não deve fazer
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto
Por você agora

Todas as estradas que levam a você até lá são tortuosas
Todas as luzes que iluminam o caminho nos cegam
Existem muitas coisas que eu gostaria de te dizer
Mas não sei como

Eu disse:
Talvez você vai ser aquela que me salva
E além do mais
Você é minha protetora
Eu disse:
Talvez você vai ser aquela que me salva
E além do mais
Você é minha protetora
Eu disse:
Talvez você vai ser aquela que me salva
você vai ser aquela que me salva
você vai ser aquela que me salva

P.S. Minhas crises não me preocupam, afinal desaparecem na mesma rapidez com que surgem e depois até me pergunto: "Nossa, eu realmente estava triste por causa disso?!". É absolutamente normal.